A lenda do bom velhinho foi inspirada em uma pessoa verdadeira: São Nicolau, que viveu há muitos séculos atrás. Embora tenha sido um dos santos mais populares do cristianismo, poucas pessoas conhecem sua história.

Ele viveu em Lycia, uma província da planície de Anatólia, no sudoeste da costa da Ásia Menor, onde hoje existe a Turquia. A história diz que ele nasceu no ano de 350 e viajou para o Egito e Palestina, ainda jovem, onde se tornou bispo. Por este motivo passou a se vestir com roupa e chapéu vermelhos. Depois de sua morte, a igreja o santificou e com o início das celebrações de natal, o velhinho de barba branca e roupas vermelhas tornou-se o símbolo da festividade.

Em meados do século 6, o santuário onde foi sepultado transformou-se em uma nascente de água. Em 1087 seus restos mortais foram transportados para a cidade de Bari na Itália, que se tornou um centro de peregrinação em sua homenagem. Milhares de igrejas na Europa receberam o seu nome e a ele foram creditados vários milagres. Uma das lendas conta que ele salvou três oficiais da morte aparecendo para eles nos sonhos.

Sua reputação de generosidade e compaixão é melhor exemplificada na lenda que relata como São Nicolau salvou da prostituição, três filhas de um homem pobre. Em três ocasiões diferentes, o bispo arremessou uma bolsa contendo ouro, pela janela da casa da família, abastecendo desta forma, cada filha com um respeitável dote para que pudessem conseguir um bom casamento.

A transformação de São Nicolau em Papai Noel começou na Alemanha  sua imagem passou definitivamente a ser associada com as festividades do Natal e as costumeiras trocas de presentes no dia 6 de dezembro (dia de São Nicolau).

As histórias contam que São Nicolau colocava presentes nas chaminés das casas, os quais caiam dentro de meias que estavam penduradas para secar. Então surgiu a tradição de colocar os presentes e doces nas meias enfeitadas. Como o Natal transformou-se na mais famosa e popular das festas, a lenda cresceu.

São Nicolau foi escolhido como santo patrono da Rússia e da Grécia.

É também o patrono das crianças e dos marinheiros.

O pinheiro é o símbolo mais utilizado no Natal, seja ele artificial ou natural. Esta tradição começou em 1530 por Martinho Lutero, na Alemanha, segundo a simbologia. O seu formato triangular representa a Santíssima Trindade, e suas folhas resistentes a eternidade de Jesus Cristo.

Sua montagem costuma ser feita na última semana de novembro, e desmontado no Dia de Reis, comemorado em 6 de janeiro. Os adornos que enfeitam seus galhos são os mais variados, e cada vez mais, as escolhas são feitas de acordo com o perfil e gosto pessoal dos moradores da casa.

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